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Maria Glória Poltronieri Borges – MAGÓ

Mulher, artista, bailarina, pandeirista, capoeirista, professora, pesquisadora e alquimista da vida.

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Magó Presente
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Manifestações
Manifestações

Histórias de Magó

Acompanhe novidades sobre a causa

Feminicídio

O Brasil enfrenta um grave problema de feminicídio, com uma das maiores taxas no mundo. O feminicídio, crime hediondo motivado por desigualdade de gênero, representa um ciclo contínuo de violência. A conscientização sobre o problema é crucial para implementar medidas de prevenção e reduzir essas mortes evitáveis.

Madeixas de Magó: luta e representação

A obra “Madeixas de Magó”, do artista Paolo Ridolfi, é uma escultura em bronze que homenageia Maria Glória Poltronieri, vítima de feminicídio. Instalado na Praça de Todos os Santos em Maringá, o monumento simboliza resistência contra a violência de gênero, conscientizando e inspirando empatia em relação a essa questão social crítica.

6 anos sem Magó

Veja os detalhes do caso e mais momentos marcante da nossa luta!

Magó nasce

Mudança para São Paulo

Magó se muda para São Paulo pela primeira vez em busca da dança profisisonal

Retorno para Maringá

Retorna para Maringá e da aulas de dança na escola da mãe a academia Daisa Poltronieri.

Viaja com a irmã para a Itália

Estudam a dança o circo, o teatro de rua. Magó da aulas de pandeiro em algumas associações italianas

Cia Duo Due

Magó e sua irmã Ana, abrem a Cia Duo Due, a Cia de dança das irmãs, com foco pesquisa e criação em dança contemporânea. – Montagem do espetáculo Fragile

Temporada de Espetáculos

Montagem e temporada dos espetáculos Onomatopeias silenciosas e Noite Oceânica, geral sentiu da Cia Duo Due, com sua irmã.

Perda de Magó

Magó é vítima de feminicidio deixando um legado de luta, memoria resistencia e saudade.

Atos contra o Feminicídio

Diversas manifestações ao redor do mundo. Sugestão dos artistas da cidade para mudança do nome de teatro reviver para teatro reviver Magó. Criação da Lei Magó – insituindo o dia 26 de janeiro como o dia municipal de combate ao feminicidio em Mandaguari. I roda contra o feminícidio e pela vida das mulheres em Belo Horizonte em homenagem a Magó.

Um ano sem Magó

O legado de Magó consolidou-se por meio de marcos geográficos e culturais em diversas cidades. Em Maringá, o Teatro Reviver foi rebatizado em sua homenagem após uma caminhada vinda da Catedral, cidade que também sedia a passeata “Maria a Maria”. No dia 26 de agosto, Dia Internacional da Igualdade Feminina, a Praça de Todos os Santos recebeu o monumento “Magó, feminino é sagrado”, das artistas Sheila Souza e Coletivo Kokir. A memória estendeu-se a Curitiba, com a inauguração do Jardinete da Magó, e a Brasília, por meio de um festival que uniu dança, artes marciais e feminismo. No campo das artes e do ativismo, sua história inspirou o single “Magó Presente (Por que choro)”, de Gabi Livon, e a realização da II Roda contra o Feminicídio e pela Vida das Mulheres. Essas ações reafirmam a luta contínua pela proteção e valorização do feminino.

Dois anos sem Magó

No dia 23 de janeiro de 2022, aconteceu a inauguração da obra de arte Madeixas de Magó do artista plástica Paolo Ridolfi, durante a manifestação de dois anos sem Magó. Houve também a estreia do espetáculo Manifesto de uma Mulher de Teatro de Tânia Farias em homenagem a Magó. Na semana do dia internacional das mulheres, foi feita uma homenagem a ela, em toda a rede de cinema CINEFLIX no Brasil durante os trailers que passavam no cinema.